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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Padres, Pastores, Missionários e Obreiros massacrados durante a Ditadura

Para vc, cristão, que apoia a volta da ditadura ou é fã de Bolsonaro
















Assassinados ou desaparecidos 

Alexandre Vanucchi, obreiro católico, estudante da Universidade de São Paulo, assassinado em 17 de março de 1973, aos 22 anos;

Padre Antônio Henrique Pereira da Silva Neto, auxiliar direto do arcebispo dom Hélder Câmara, sequestro, torturado e morto em Recife na madrugada de 27 de maio de 1969;

Heleny Guariba, obreira da Igreja Metodista Central, presa em 1970 e em 1971 e desaparecida;

Ivan Motta Dias, obreiro presbiteriano, preso em 1971 aos 28 anos, desaparecido desde então;

Padre João Bosco Burnier, assassinado em 12 de outubro de 1976 em Conceição do Araguaia;

Santo Dias da Silva, líder da Pastoral Operária da Igreja Católica e representante dos leigos na CNBB, foi morto com um tiro nas costas, disparado pelo policial militar 


Frei Tito de Alencar, preso aos 24 anos em 1970, torturado e deportado para o Chile. Deprimido, cometeu suicídio em 10 de agosto de 1974.

No grupo de presos/torturados, a lista traz os nomes de:

Ana Maria Ramos Estevão, obreira da Igreja Metodista Vila Nova Cachoeirinha, em São Paulo, presa e torturada em 1970, exilada na França;

Anivaldo Padilha, líder da juventude na Igreja Metodista da Luz, preso em 28 de fevereiro de 1970 e torturado por 20 dias;

Padres Aristides Camiou e François Gouriou, franceses, líderes da Pastoral da Terra, presos e torturados em agosto de 1981;

Carlos Alberto Libâneo de Christo (Frei Beto), preso em 1964 e entre os anos de 1969-1973, torturado;

Celso Cardoso da Silva e Fernando Cardoso da Silva, irmãos, membros da Igreja Metodista Central, presos em 28 de fevereiro de 1970, e torturados;

Pastor Dorival Beulke, metodista, preso em 1964 e 1965;

Eliana Bellini Rolemberg, obreira luterana, militante da Ação Popular, presa em 28 de fevereiro de 1970, juntamente com 

Padre Françoies Jentel, francês, preso em 1972, foi expulso do país de volta à França;

Missionário Fred Morris, da Igreja Metodista Unida dos EUA, preso em Recife pelo Exército em 1974, barbaramente torturado, acusado de fazer parte de organizações clandestinas e expulso do Brasil;

Idinaura Tucunduva, fiel da Igreja Metodista da Lapa, presa e torturada em 1970, exilada na França;

Frei Ives Lesbaupin, preso aos 23 anos em 1969, torturado e mantido no cárcere até 1973;

Frei João Valença, preso em 1969 e torturado;

Pastor Leonildo Silveira Campos, da Igreja Presbiteriana Independente, preso em São Paulo, em 1969;

Madre Maurina Borges da Silveira, detida no orfanato Lar Santana em 1969, torturada, estuprada e acusada de subversão;

Renato Godinho Navarro, fiel da Igreja Metodista Central de Belo Horizonte, preso duas vezes;

Waldo César, sociólogo, obreiro da Igreja Presbiteriana, preso em casa no final de fevereiro de 1967, sofreu tortura psicológica;

Pastor Zwinglio Motta Dias, da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, irmão de Ivan Motta Dias, preso no Rio de Janeiro em 1971.


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