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domingo, 14 de fevereiro de 2016

O neonazista e o menino prodígio


















O neonazista de Portaria do grupo de Alair, aquele ganha 2 mil reais por mês apenas para puxar o saco do prefeito, já que nada faz de útil para a sociedade desde que entrou na prefeitura, disse que quero censurar o menino Davi Matos. Não quero. O neonazista, além de mamador da nossa grana, é mentiroso. 

Mas como tenho duas licenciaturas, duas faculdades de bacharelado, mestrado e doutorado, além de 20 anos de sala de aula, tudo conseguido com muito estudo e concurso, coisa que o neonazista não sabe o que é, me acho minimamente qualificado para considerar que este menino e sua família deveriam receber a visita do Conselho Tutelar. Pois não é normal que um menino desta idade apresente fanatismo por político algum. E, pior, ataque os adversários deste político, como tem feito com muita gente. O neonazista inclusive já me defendeu dele. 

Se este menino fosse fanático por MM, Leitão, Lula ou quem quer que seja minha opinião seria a mesma. Diga o nome de um só pedagogo ou educador que defenda que um menino de 13 anos tenha esse fanatismo idólatra e rasgo meus diplomas. 

O neonazista acha que o caso do menino é  normal porque ele puxa o saco do chefinho que lhe dá a Portaria. Se puxasse o saco da Dilma, ia chamar o menino de retardado, esquerdopata ou qualquer ofensa comum a seus textos nazistóides  

O jovem Davi Matos acusa o SEPE  de não obedecer a lei. Mas ele mesmo também não obedece. Pois até onde sei é proibido que menores de idade tenham facebook. E ele tem. 

Davi, aprenda uma lição. Seja exemplo para cobrar exemplo dos outros. 

Abraço


Um comentário:

Gabriel De Biase disse...

A disseminação de alguns valores extremistas entre os jovens se tornou comum ultimamente devido, talvez, ao momento que vivemos no país. Portanto, não é de se assustar o tipo de comportamento alienado do jovem em questão. O que é de se estranhar é a idade da criança que demonstra ser muito inocente para já acreditar com todas as forças que seu mundinho de bob e os valores que pensa acreditar (numa idade de transição na qual não nos afirmamos ainda) devem ser aceitos por todos sem contestação. Isto está errado e só reflete, provavelmente, a educação que o menino deve receber.
O amor platonico dele poderia ser por qualquer personagem da história, dos quadrinhos e mesmo da política, em esfera local ou não. Ele só escolheu Alair porque é o mundo em que vive. O reflexo de uma Cabo Frio populista e sem referências para os jovens e que merece ser enredo de um bom livro. Isso não é surpresa, isso eu já observo na cultura da cidade alienada há muito tempo entre adultos e crianças. Mas, só agora percebemos a loucura que isso chegou.